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Renata


Ela roubou uma vida. Agora deve pagar com o coração. Corte de espinhos e rosas é primeiro volume da série best-seller, da mesma autora da saga Trono de vidro. Num mundo dividido uma muralha mágica separa duas espécies. De um lado, os feéricos vivem dentro de suas fronteiras cheias de beleza e mistério; do outro, os humanos possuem apenas medo, desconfiança e dificuldades. Feyre, filha de um casal de mercadores humanos e falidos, se torna caçadora para sustentar a família. Dura como as flechas que carrega, letal como sua pontaria, ela abandona as fantasias de garota e as trocas pela árdua vida nas florestas ao redor de sua aldeia. Sua única alegria é observar as cores e sonhar em capturá-las. Mas, na floresta, coberta de neve tudo é branco e árido; como o ódio pelos feéricos que carrega no coração; Como as telas que não pode comprar ou colorir. Até que um enorme lobo cruza seu caminho. Sem hesitar, Feyre dispara uma flecha. Um ato de rebelião. Após matar o lobo, uma criatura bestial surge exigindo uma reparação. Arrastada para além do muro, para uma terra mágica e traiçoeira - que ela só conhece por meio de lendas -, a jovem descobre que seu captor não é um animal, mas Tamlin, Grão Senhor da Terra Primaveril. Um feérico com um segredo, escondido sob uma máscara. Ela descobre ainda que o então animal que havia assassinado era, na verdade, uma criatura mágica, uma fada zoomórfica transformada em lobo. À medida que ela descobre mais sobre este mundo onde a magia impera, seus sentimentos por Tamlin passam da mais pura hostilidade até uma paixão avassaladora. Enquanto isso, uma sinistra e antiga sombra avança sobre o mund­­o das fadas e Feyre deve provar seu amor para detê-la ou Tamlin e seu povo estarão condenados. Corte de espinhos e rosas é um livro de fantasia de tirar o fôlego. Memorável em todos os aspectos, com personagens complexos, enredo rico e um magnífico mundo de fantasia combinados impecavelmente para criar um romance épico.

Confesso a vocês que eu resisti muito a esse livro, não sei ao certo o porquê. Mas depois de uma ressaca literária das brabas, uma amiga voltou a me indicar ele (pele milésima vez), e então eu decidi dar uma chance a esse lindo que me tirou da maior ressaca literária que já passei na minha vida.

Com a morte da mãe e a ruína do pai, Feyre Archeon mora com o pai e as duas irmãs num casebre perto da floresta. Para que eles sobrevivam, ela aprende a caçar por conta própria, e é num dia de inverno, onde a companhia deles é a fome, que Feyre avista na floresta um grande lobo, pensando na possibilidade da criatura ser feérica, ela usa uma flecha de teixo para matar a criatura. Porém no outro dia, uma grande criatura aparece na porta de sua casa para reclamar a dívida: uma vida por outra vida. E é assim que a nossa querida Feyre (entendedores entenderão hehehe) se adentra nas terras mágicas, levada para as terras do Grão Senhor da Corte Primaveril, também conhecido por Tamlin. Lá ela começa a ter uma vida que nunca imaginou que teria, cercada de belezas e muita comida. Porém também cercada de mistério e perigo, já que uma praga se alastra pelas terras feéricas.

Esse livro é uma aventura atras de outra, conseguimos ver a força de Feyre, o amor pela família que muitas das vezes não parece ser recíproco, e o que ela está disposta a fazer por amor. Também já é nesse livro que já conhecemos o vilão Rhysand.

Essa série possui algumas cenas bem calientes, sendo uma leitura recomendada para maiores de 16 anos. Os detalhes do livro são ricamente descritos de uma forma que não pesa e não deixa a leitura chata, os personagens são bem trabalhados e nos despertam amor e ódio. Essa foi uma das melhores séries que já li em toda a minha vidinha de leitora.


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Sinopse: Uma vida que ninguém lembra. Um livro que ninguém esquece. Em A vida invisível de Addie LaRue, o aguardado best-seller de V.E. Schwab, conheça Addie e se perca em sua vida invisível ― porém memorável.

França: 1714. Addie LaRue não queria pertencer a ninguém ou a lugar nenhum. Em um momento de desespero, a jovem faz um pacto: a vida eterna, sob a condição de ser esquecida por quem a conhecer. Um piscar de olhos, e, como um sopro, Addie se vai. Uma virada de costas, e sua existência se dissipa na memória de todos. Após tanto tempo vivendo uma existência deslumbrante, aproveitando a vida de todas as formas, fazendo uso de tantos artifícios quanto fosse possível e viajando pelo tempo e espaço, através dos séculos e continentes, da história e da arte, Addie entende seus limites e descobre ― apesar de fadada ao esquecimento ― até onde é capaz de ir para deixar sua marca no mundo. Trezentos anos depois, em uma livraria, um acontecimento inesperado: Addie LaRue esbarra com um rapaz. Ele enuncia cinco palavras. Cinco palavras capazes de colocar a vida que conhecia abaixo: Eu me lembro de você. Uma jornada inspirada no mito faustiano sobre busca e perda, eternidade e finitude e, acima de tudo, uma questão: até onde se vai para alcançar a liberdade?

 


The invisible life of Addie LaRue foi o segundo livro que li em inglês em toda a minha vida, vi ele em um IG literário no lançamento ano passado e fiquei completamente apaixonada pela capa, saí correndo atras da minha edição, e a única coisa que posso dizer é: mais incrível do que a capa, é a história de Addie. Para mim foi impossível não se ver na pessoa dela, no sentido de buscar independência e não se contentar em apenas ser a mulher de alguém.

 Obrigada a se casar jovem, afinal estamos falando dos anos 1700, ela odeia a ideia de pertencer a outra pessoa. No dia de seu casamento, ela foge em completo desespero pela floresta em busca de algum deus que a escutasse, ignorando o aviso de uma amiga: “nunca faça preces a deuses que atendem depois do anoitecer”. E é com um desses deuses que ela esbarra, em completo desespero. Desejando ser livre, ela sela um pacto que tem como consequência não ser lembrada, você a conhece e quando vira as costas a ela, ela é apagada de sua memória.

 Vivendo a vida dessa forma por mais de 300 anos e acostumada a todo método de fazer isso se tornar mais fácil, é numa livraria que ela conhece Henry, a pessoa que fala as cinco palavras que mudará a vida de Addie: “eu me lembro de você”. Mas como é possível apenas ele se lembrar dela? 300 anos depois de sua maldição? Tirando ele, a única criatura que sabe a sua existência é Luc, o ser misterioso que ela fez o pacto. É nesse ponto que começamos a conhecer também a história de Henry, e se apaixonar por cada segundo que passamos lendo esse livro.

Essa leitura foi algo indescritível, nunca havia me deparado com um livro assim, me prendeu do começo ao fim, e depois que descobri que a autora demorou 10 anos para conseguir finalizar ele, eu fiquei completamente sem palavras. Uma verdadeira obra prima literária. 


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Trecho de O Príncipe Cruel

Infelizmente, 2021 não foi um ano de muitas leituras, por ter sido um ano muito atípico acabei me perdendo no meio das coisas que mais amo fazer, e ler foi uma delas. No início do ano tinha colocado uma meta de ler ao menos 24 livros, o que daria dois livros por mês, mas acabou que li apenas 11, não conseguia focar por muito tempo em algo e ficar quieta tempo o suficiente para fazer uma leitura de qualidade. Dos poucos livros que li, resolvi fazer um Top 5 com os melhores que achei, e que em breve terá resenhas aqui no blog.

A vida invisível de Addie LaRue

Esse foi o segundo livro que li em inglês na minha vida, bem no lançamento eu havia visto uma foto dele e fiquei completamente apaixonada pela capa (sou dessas). A parte boa é que a estória foi tão incrível quanto a capa.

O Timbre

É o último livro da trilogia O Ceifador, toda a trilogia foi incrível, ter uma visão de um novo mundo completamente diferente de qualquer livro futurista. Esse último livro foi o que mais gostei.

Novembro 9

CoHo sempre me fazendo chorar lágrimas que não sabia que havia dentro de mim, não podia ser diferente com Novembro 9. Uma história única e dolorida, teve momentos que tive que parar de ler para poder chorar (embora eu tenha tentado ler Verity dela, achei o livro tão perturbador que não consegui chegar nem na metade, mais alguém também foi assim?).

Corte de nevoa e fúria

ACOTAR era a modinha que eu estava evitando chegar perto, toda vez que alguém me indicava essa série eu torcia o nariz, porém depois de uma ressaca literária das brabas eu decidi tentar, e mordi minha língua. AMEI a série, que um Rhys só pra mim, por favor, e é exatamente por causa desse senhor que o segundo livro se tornou meu preferido.

O Príncipe Cruel

Outro clichê que eu estava torcendo o nariz, mas já que tinha lido ACOTAR, pensei: por que não ler O Príncipe Cruel? Pois bem, amei o livro, odiei o Cardan. O BookTook faz tanta menção ao casal principal que eu me senti tapeada por ter tão poucas cenas deles juntos, e por todas elas me fazer querer eu mesma passar a faca no pescoço do Cardan.

 

Agora me digam vocês: leram algum desses livros do meu Top 5? Qual o preferido?




É típico meu criar desafios para o ano que se inicia, amo a sensação de reinício, recomeço. 2021 foi um ano repleto de aprendizagens, e de criação de novos hábitos em minha vida, então decidi trazer alguns que vou continuar utilizando nesse ano que se inicia.

 

1. Ler um pouquinho todo dia

Readquirir o hábito da leitura foi uma das coisas mais difíceis que tive que fazer em 2021. Passei da garota que sempre tinha um livro aberto durante o ensino médio, para a garota que lia um livro dentro de cinco meses e depois passava mais cinco sem conseguir finalizar nenhum outro, tive que voltar aos livros de fantasia (meu gênero literário preferido) para conseguir sair da ressaca literária. Uma das metas que coloquei no último mês do ano, e que pretendo levar por todo o 2022 é ler um pouquinho todo dia, nem que seja apenas cinco páginas.

 

2. Tirar um tempo para cuidar de mim

Percebi esse ano que me sinto bem em estar “bonita”. Estar com as unhas feitas, sobrancelha feita, cabelo escovado. Sempre falei que não gostava de frescuras, o que é verdade, vocês dificilmente irão me ver toda emperiquitada (como falamos aqui onde moro), mas acabei percebendo o quão bem essa rotina de autocuidado tem me feito, como é bom tirar um tempo para deixar minhas unhas bonitas, hidratar e escovar meus cabelos, deixar minha sobrancelha em ordem. Estando sempre pronta, não preciso me aperrear quando vou sair.

 

3. Por sentimentos em palavras

Outro hábito antigo que trouxe novamente à minha realidade foi o diário, meu caderninho de pensamentos e sentimentos, onde tento todos os dias escrever um pouco do que aconteceu, de como estou me sentindo. Isso me ajuda a entender melhor como expressar meus sentimentos a outras pessoas e a validar aquilo que sinto.

 

4. Aceitar a vida da forma como ela é

Estou onde mereço estar, da forma como mereço estar, com quem mereço estar. Esse tem sido o meu mantra. Deus nós põe no lugar certo, na hora certa e com as pessoas certas. A vida não está no meu controle, não consigo controlar quando chove ou quando faz sol; quando estou feliz ou quando estou triste; o que vai me deixar chateada ou o que vai me fazer sorrir. A vida é da forma que é, e nunca vamos poder mudar isso.

 

5. Aproveitar cada instante, por mais difícil que possa parecer

2021 me fez sentir falta de coisas que odiava em 2020/2019. Senti falta dos corredores da faculdade, do percurso de ir até lá e voltar, do caminho que fazia a pé do meu curso técnico até a rodoviária no final da tarde, de ver o sol se pondo na estrada (mesmo que eu tivesse num ônibus lotado de pessoas). Nada volta, seja momentos bons ou momentos não tão bons assim, e nesses momentos que não são bons, sempre tem algo que ameniza a dor, que nos faz ver a beleza nela.

 

Espero que 2022 seja mágico, incrível. E desejo que todos nós entendamos que a única pessoa que pode fazer um ano novo ser diferente, somos nós mesmos.


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